Feira Medieval de Santa Maria da Feira

Não se esqueçam que a Feira Medieval de Santa Maria da Feira está a chegar!
“Viagem Medieval em Terra de Santa Maria” 3 a 12 de Agosto de 2007.

Programa aqui

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A nova Aldeia da Luz

A (antiga) Aldeia da Luz foi a mais afectada pela submersão águas da Albufeira da Barragem do Alqueva.
Foi construída uma nova aldeia nas imediações da existente com as mesmas características de ruralidade da anterior aldeia e para onde se mudaram todos os habitantes da Luz.



Foto: (Nova) Aldeia da Luz, Mourão, Alentejo, Portugal.

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Monsaraz

A praça-forte de Monsaraz aparece no alto de um monte rodeada por forte cintura de muralhas.

Monsaraz, singular conjunto arquitectónico situado no cume de um cerro solitário.

Logo ao atravessar as portas da vila, tem-se a sensação de haver voltado a um passado distante.


O Largo da Igreja Matriz, calcetado por privilégio real, é o único espaço aberto da vila de Monsaraz. O pelourinho e a Casa da Câmara, com os três arcos, são símbolos de poder municipal.

Aqui, tudo evoca uma época diferente, a arquitectura, a disposição das casas muito brancas, o calcetamento das ruas, as cisternas e os portais góticos e a paisagem magnífica que se avista dos muros.
Há muitos castelos no Alentejo, (exceptuando Marvão), nenhum nos fala da Idade Média como este local.


Uma vista (panorâmica) magnífica! Agora a água fica mais perto de Monsaraz, devido a barragem do Alqueva. Ao fundo na foto avista-se a nova Aldeia da Luz.

Foto: Monsaraz, Alentejo, Portugal.


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Alte, Algarve

Assenta a minha aldeia sobre os flancos
De uma linda montanha onde o olival
Faz destacar os seus casais tão brancos
Que nem as pombas de qualquer pombal.

Assim descreveu Cândido Guerreiro a sua terra, plantada “ao pé de quatro montes, por onde as aguas passam a cantar as canções dos moinhos e das fontes”.
Alte é “aldeia mais algarvia do Algarve”. Quando nos aproximamos no interior das ruas, a aldeia ganha uma medida nova, o acolhimento, a dimensão humana. As casas mantém traços de antigamente e as mais recentes aliam um certo bem-estar interior a um aspecto típico que não querem alterado. A igreja matriz sobressai, mais além a Ermida de S. Luís parece uma casa de brincar.
Atrás de S. Luís, um pequeno logradouro decorado com torres e ameias, a Fonte das Bicas mostra o caminho para o monumento ao poeta, por entre frondosas árvores e inscrições com sonetos.

Mais longe, seguindo a ribeira, a Fonte Grande, depois chega-se ao Olho-de-Boi, grande nascente no meio de alfarrobeiras.



Foto: Alte, Loulé, Algarve, Portugal.


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Alegrete, na Serra de S. Mamede, Portalegre

Alegrete, o nome provém-lhe da sua alegre situação num monte da Serra de S. Mamede ladeado de ribeiras.

No tempo de D. Dinis, os moradores pediram ao rei que lhes concedesse autonomia administrativa, pois estavam sujeitos à jurisdição de Portalegre. O rei concordou desde que os habitantes construíssem à sua custa uma cintura de muralhas em volta do castelo e da povoação.

Aceite a condição tão bem o povo construiu as fortificações que nunca esta praça foi derrotada nas lutas que se travaram entre Portugal e Castela. D. Dinis cumpriu a promessa e concedeu-lhe foral, elevando a localidade à categoria de vila.

Já vou a Alegrete alguns anos, não seguidos, mas sempre que posso passo por lá, é uma vila extremamente limpa, as paredes dão a sensação que estão sempre pintadas de fresco, é uma vila que me encanta. Por favor visitem!






Quando visitarem Alegrete, por favor não deixem de ir ao restaurante “O João”, vão ficar deliciados com a comida e com a simpatia extraordinária do Sr. João (cuidado que ele prega “partidas”, estejam atentos, ele é fabuloso).
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Foto: Alegrete, Serra de S. Mamede, Portalegre.

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Restaurante A Canga em Almodôvar


Olá visitantes e amigos! No meu blog nunca fiz referencia a restaurantes, mas desta vez não pude ficar indiferente a um lugar típico Alentejano chamado “A Canga”. Este restaurante coloca-nos num ambiente tipicamente alentejano, as paredes estão pintadas com temas alusivo à paisagem calma e lindíssima que é o Alentejo. Todos os recantos foram aproveitados para mostrar algo do Alentejo! Quero ainda referir a simpatia do Sr. João Silva com o seu lenço colocado ao pescoço mostrando a paixão que tem por esta região. Faço um desafio, visitem este restaurante “ A Canga” e descubram o que há de melhor na decoração e na alimentação!

Vejam só estes pratos regionais!
Migas com entrecosto
Ensopado de borrego
Pratos de caça
E muito mais!!!

Olhem só para esta sobremesa!

Este restaurante situa-se em Almodôvar, na rua do Arco nº 40.

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Anta de Pavia


A Anta Capela de Pavia, dedicada a S. Dinis do séc. XVII, é um dos monumentos megalíticos portugueses transformado em local de culto cristão. Neste caso, a câmara foi adaptada a nave da capela. É uma vila muito simpática!

Foto: Pavia, Mora, Portugal.

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Quinta de Bonjóia

Bonjói, ou Bonjóia, é um topónimo antigo, conhecido desde os tempos medievos. Nos fins do século XIV, existia ali uma quinta, que pertencia ao Chantre Martim Viegas. Por sua morte, ficou para Maria Martins e seu marido Afonso Dinis. Foram estes que a doaram ao Cabido da Sé do Porto, com a obrigação de algumas missas (31 de Dezembro de1402). No século seguinte, foram sucessivamente enfiteutas Álvaro Gonçalves Almotim, o Mestre Escola da Sé Diogo Dias e o Cónego Afonso Luiz. Este último, por ausente do Porto, renunciou em favor do Arcediago do Porto. A 9 de Julho de 1479, foi celebrado novo contrato, agora com o Cónego Fernão Aranha, novo enfiteuta do prazo de Bonjói, pelo foro de mil reis em dinheiro e oito galinhas por ano, prazo renovado a 14 de Abril de 1502, em sua sobrinha (ou filha?) Mécia Aranha, mulher de Manuel Gonçalves, Cidadão do Porto, em cuja descendência permaneceu até aos meados do século XVIII.

A casa sofreu algumas alterações pontuais e, sobretudo, uma enorme degradação, estando meia arruinada quando, em 1995, foi adquirida pela Câmara Municipal do Porto. Depois de algumas obras de restauro, tem servido de sede a fundações do foro social, primeiro a Fundação para o Desenvolvimento Social do Vale de Campanhã , actualmente a Fundação para o Desenvolvimento Social do Porto .

(Fonte:bonjoia.org)

Mais sobre a história: bonjoia.org

Foto: Quinta de Bonjóia, Campanhã, Porto, Portugal.

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Cidade de Toledo e Corpus Christi



No dia anterior ao Corpus Christi, paredes, janelas e balcões ficam decorados com antigos estandartes e tapetes do século XVI e XVII, o solo fica coberto com ervas aromáticas e contribuem para perfumar o ambiente festivo. O desfile começa as 12:00, os sinos de Toledo começam a tocar. Sai da Catedral a procissão com a Custodia e o cortejo das Irmandades.
Também é possível contemplar os belíssimos pátios interiores que há nos palácios e nas casas senhoriais da cidade.

Data da festa: 10/06/2007 – 10/06-2007

Foto: Toledo, Espanha, Spain

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Cidade de Toledo e Corpus Christi






As ruas de Toledo vestem-se de gala para celebrar Corpus Christi, uma solene procissão com uma mistura de música, cantos e aromas de incenso e alecrim…
A festa de do Corpus Christi é a mais importante de Toledo e é uma das mais antigas, aparecem dados da sua celebração no século XV.

Data da festa: 10/06/2007 – 10/06-2007

(continuação na próxima semana)
Foto: Toledo, Espanha, Spain

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Nucleo Megalitico Pré-Histórico do Mezio



O Nucleo Megalitico Pré-Histórico do Mezio (Gerês) é composto por cerca de uma dezena de monumentos, nos quais se incluem Mamoas
A grande maioria das mamoas foram construídas e/ou utilizadas como, locais enterramento ou de ritual no período entra os meados do V e o final do III milénio antes de Cristo, durante o domínio Neolítico e Calcolitico (idade do cobre).
De uma forma geral uma mamoa é constituída por um complexo montículo terra e pedras estruturadas, albergando no seu interior a anta ( ou dólmen) formando uma construção geral de tipo megalítico (do grego mega, grande + lithos , pedra). No interior do espaço formado pelas grandes pedras da anta (esteios verticais e tampa horizontal), designada por câmara funerária, era depositado o corpo acompanhado de materiais associados à actividade social e económica dessas comunidades humanas, onde se incluem recipientes cerâmicos, elementos de adorno, bem como outros fabricados em tipos específicos de pedra lascada.
A mamoa tinha como objectivo proteger o espaço, mas representa também uma forma singular de demarcar um local ritual e simbólico, particularmente importante para a sociedade de pastores agricultores que a construiu, e que lentamente iniciavam um processo de transformação do seu modo de vida no sentido de um modelo de economia de tipo sedentário.

N41º52'46"
W8º18'46"

Foto: Núcleo Megalítico do Mezio, Mamoas da Serra de Soajo, Gerês, Portugal.

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Cambarro



Cambarro é uma localidade típica de pescadores na Galiza, famosa pelos seus espigueiros e pelas suas ruas pitorescas. Declarado Conjunto Histórico Artístico. É um importante núcleo turístico.

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Foto: Cambarro, Pontevedra, Galiza, Espanha, Spain.

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